© Maria Lebedeva

Sofía Torres Durán

Natural de Jerez de la Frontera, Sofía Torres Durán começou a tocar violoncelo aos cinco anos. Os seus estudos com Álvaro Serrano, Benjamín, Orna Carmel e Israel Fausto, em Jerez e Sevilha, e posteriormente com Fernando Arias, em Saragoça, levaram-na a concluir a licenciatura  e o mestrado, com o Professor Matthias Bartolomey, na Universidade Mozarteum de Salzburgo.

Recebeu ainda orientação de professores como Heidi Litschauer, Suzanne Stefanovic, María de Macedo, Gary Hoffman, Wen-Sinn Yang, Reinhard Latzko, Troels Svane, Julian Steckel, Clemens Hagen e Enrico Bronzi, entre outros.

Foi premiada no Concurso Jovens Promessas do Violoncelo «Jaime Donato Benavente», no Concurso Soncello para Jovens Violoncelistas e no Concurso de Violoncelo Prémio Gustav Mahler, entre outros. Estes reconhecimentos levaram-na a apresentar-se em salas e festivais como o Teatro de la Maestranza de Sevilha, a Sala Mozart do Auditório de Saragoça, o MuTh de Viena, a Grande Sala do Festspielhaus de Salzburgo, o Brucknerhaus de Linz, o Muziekgebouw de Amesterdão, o Festival Styriarte de Graz e o Festival Herbsttöne de Salzburgo.

Ao longo da sua carreira como solista, trabalhou com maestros de renome como Manuel Hernández-Silva, Domingo Hindoyan, Pablo González, Lucía Marín e Elim Chan, entre outros. Em 2023, teve a oportunidade de colaborar com a World Orchestra for Peace, sob a direcção de Sir Karl Jenkins, por ocasião da estreia de One World.

Sofía tocou também com músicos reconhecidos como o seu mentor Cibrán Sierra-Vázquez (Quarteto Quiroga), Lluís Claret, Pablo Ferrández, Javier Perianes e Gregory Ahss.

É membro do Trio Egon, fundado em 2023 e finalista do concurso Felix Mendelssohn Bartholdy, em Berlim. 

Recentemente, estreou-se como solista no prestigiado Festival Mozartwoche,  com a Orquestra Sinfónica Académica Mozarteum, bem como concertos com a orquestra Philharmonie Salzburg, interpretando o Concerto para Violoncelo de Antonín Dvořák.

Sofía toca num violoncelo de estilo «Cannone Paganini», construído em 2018 pelo luthier Urs W. Mächler.