
A cultura é um dos mais importantes instrumentos de valorização dos territórios, de promoção do conhecimento e de aproximação entre pessoas e comunidades. É com este espírito que Bragança acolhe a 6.ª edição do Bragança ClassicFest, um projecto que se tem afirmado como uma referência no panorama da música clássica em Portugal e que contribui de forma decisiva para a projecção cultural da nossa cidade. O Festival reúne artistas, ensembles e orquestras de reconhecido prestígio internacional e reforça a ligação entre a excelência artística, o património e a identidade do território.
A edição de 2026 representa mais um passo na afirmação deste evento, alargando a sua dimensão internacional através da cooperação cultural com Zamora e consolidando a presença de Bragança nos circuitos culturais ibéricos e europeus. Ao mesmo tempo, a criação do Bragança ClassicLab abre novas perspectivas para a formação, a criação artística, a investigação e a mediação cultural, ampliando o alcance e o legado do Festival.
O Município de Bragança orgulha-se de apoiar uma iniciativa que promove o acesso à cultura, incentiva a formação de novos públicos e contribui para afirmar Bragança como um destino cultural de excelência. Ao longo destas semanas, a música será motivo de encontro, partilha e inspiração, enriquecendo a vida cultural da nossa comunidade e de todos aqueles que nos visitam.
A todos os artistas, parceiros, organizadores e público, deixo uma palavra de reconhecimento e agradecimento por fazerem parte desta celebração da arte, da criatividade e do diálogo entre culturas.

Após cinco edições marcadas pela excelência artística e pelo crescente reconhecimento, o Bragança ClassicFest – Festival Internacional de Música regressa em 2026.
Entendendo a Cultura como força transformadora, capaz de inspirar novos olhares, aproximar pessoas e contribuir para comunidades mais participativas e conscientes, o Bragança ClassicFest projecta-se para novos horizontes internacionais e aprofunda a sua missão educativa, promovendo a descoberta, a fruição, a aprendizagem e a partilha. Cada momento visa despertar a curiosidade, democratizar e enriquecer a vivência cultural, bem como contribuir para a formação e fidelização de públicos.
Sob a Direcção Artística de Filipe Pinto-Ribeiro, o programa é um convite ao encontro e à celebração da riqueza do património musical. Obras que atravessam séculos ganham vida, revelam a sua permanente actualidade e a singular capacidade de emocionar, inspirar e aproximar pessoas. A presença de solistas, ensembles e orquestras de reconhecido mérito nacional e internacional traduz a exigência artística que tem caracterizado o festival desde a sua criação.
A programação é enriquecida pelo Bragança ClassicLab, dedicado à criação, formação e mediação cultural – através de residências artísticas, masterclasses, ensaios abertos, iniciativas educativas e projectos interdisciplinares –, proporcionando significativas experiências culturais partilhadas.
O Bragança ClassicFest envolve instituições e parceiros que (re)conhecem na Cultura um desígnio maior. O Teatro Municipal de Bragança expressa o seu mais profundo reconhecimento e gratidão a todos quantos contribuem para tornar possível esta celebração, endereçando um agradecimento muito especial a Sua Excelência o Presidente da República, pela honra da renovação do Alto Patrocínio.

Na 6.ª edição, o Bragança ClassicFest reforça a sua posição como um dos mais relevantes festivais de música clássica em Portugal, apresentando uma programação de excelência internacional que reúne alguns dos mais prestigiados intérpretes, ensembles e orquestras europeias, consolidando-se como um espaço privilegiado de encontro entre património e criação artística, músicos consagrados e jovens talentos, promovendo o diálogo entre diferentes gerações, linguagens e tradições musicais e dirigindo-se a públicos cada vez mais amplos e diversificados.
A edição de 2026 marca uma nova etapa na história do Festival, ampliando a sua dimensão internacional através de uma parceria transfronteiriça com Zamora, onde terá lugar, no Teatro Principal, um concerto de apresentação da programação com obras de Haydn e Mozart, por um quinteto do Juventus Ensemble formado por jovens talentos com destacadas carreiras em ascensão, de nacionalidades portuguesa, grega e espanhola, aprofundando assim a cooperação cultural entre Portugal e Espanha e afirmando o ClassicFest num contexto artístico cada vez mais amplo.
Após os concertos de lançamento em Bragança e em Zamora, o ClassicFest inaugura-se no Teatro Municipal de Bragança, alma mater do Festival, com a estreia em Portugal da prestigiada orquestra Virtuosi del Teatro alla Scala, de Milão, liderada pelo violinista austro-búlgaro Mario Hossen, em dois programas dedicados ao virtuosismo italiano, celebrando Vivaldi e Paganini. Segue-se, no Dia Mundial da Música, o ensemble português de música antiga O Bando de Surunyo que propõe uma viagem pelo esplendor da Música e Poesia do Século de Ouro Ibérico, enquanto um dos momentos mais aguardados da programação reúne a comediante Maria Rueff e o DSCH – Schostakovich Ensemble, composto por uma constelação de músicos de renome internacional, numa nova versão de O Carnaval dos Animais, de Camille Saint-Saëns, onde música, humor e teatro se encontram num espectáculo pensado para públicos de todas as gerações.
A programação inclui ainda um concerto ao ar livre pelo quinteto de metais 100 Caminhos, um recital de piano integralmente dedicado à extraordinária obra de Franz Liszt e um Concerto de Encerramento celebrando o riquíssimo legado musical da Hungria pela aclamada Orquestra de Câmara de Budapeste, que, com mais de 200 CD gravados, encontra-se há mais de seis décadas na elite musical internacional.
2026 assinala igualmente o nascimento do Bragança ClassicLab, uma nova plataforma de criação artística, formação, investigação e mediação cultural que prolongará a actividade do Festival ao longo do ano. Residências artísticas, masterclasses, ensaios abertos, projectos educativos e cruzamentos interdisciplinares constituem os pilares desta nova iniciativa, cuja primeira edição se realizará em dezembro e culminará com o espectáculo Um Concerto de Natal, reunindo músicos de renome mundial em torno da música de Schubert e Dvořák e da intemporal obra Um Conto de Natal, de Charles Dickens.
Mais do que um festival, o Bragança ClassicFest afirma-se, assim, como um projecto cultural de vocação internacional que promove a excelência artística, a formação de novos públicos, a valorização do património e o diálogo entre diferentes culturas.
O meu sincero agradecimento ao Município de Bragança, ao Teatro Municipal de Bragança e à DSCH Associação Musical, promotores e organizadores do Festival, bem como ao mecenas BPI / Fundação “la Caixa”, à Direcção-Geral das Artes, à RTP Antena 2 e, especialmente, a Sua Excelência o Presidente da República, pelo Alto Patrocínio concedido. Agradeço igualmente a todos os artistas e colaboradores que, com dedicação e entusiasmo, contribuem para fazer do Bragança ClassicFest uma iniciativa cultural de reconhecido prestígio.
Sejam muito bem-vindos à 6.ª edição do Bragança ClassicFest – um Festival que celebra a música, o património, a criatividade, a excelência e o encontro entre culturas, afirmando Bragança, cada vez mais, como um palco de referência da vida musical internacional.